16 de novembro de 2011

Criador de “Bioshock” não faz questão de que adaptem sua obra



“Bioshock” é um dos games mais brilhantes da atualidade. Nele, o jogador é forçado a enfrentar os perigos de uma utopia submarina que entrou em colapso e a confrontar seus próprios valores morais.
Lógico, Hollywood já esteve de olho na obra, mas nenhum coelho saiu desse mato. Não que isso seja um problema para Ken Levine, criador da série.

O projeto de “Bioshock” já passou por diversas mãos, como Guillermo Del Toro e Gore Verbinski, mas nada saiu do papel. Um dos problemas é a violência e o clima assustador da história, que com certeza tornariam a censura mais alta (e menos lucrativa) do que Hollywood costuma gostar.
Ken Levine declarou recentemente que, embora goste muito da ideia de seu game se tornar filme, ele e sua equipe não veem isso como uma necessidade. O longa precisa dar aos fãs algo que eles queiram ver e, ao mesmo tempo, se mostrar interessante para os membros da plateia que nunca jogaram “Bioshock”.
A essa altura é pouco provável que apareça uma adaptação de “Bioshock”, mas talvez seja melhor assim. É bom ver que os cineastas da atualidade têm respeito o suficiente pelos videogames e seu público para tentarem adaptá-los com o máximo de fidelidade possível. Pelo visto, abominações como “Street Fighter: A Lenda de Chun Li” não são mais uma coisa aceitável.
E acreditamos que uma versão para as telonas de “Bioshock” não fará falta caso nunca seja lançada. Afinal de conta, os jogos da série já são bastante cinematográficos.

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